15 de junho de 2016

Série: Orixás do Candomblé - Retratos da Força Ancestral da Fé Negra

Para além de todas as definições teóricas e técnicas de grandes teóricos e pesquisadores, vou me ater a uma das definições mais sinceras e lindas que encontrei nos últimos dias: "Orixá não é espirito daqueles que vem de fora e toma o corpo, não somos 'espiritas' [também não haveria problemas se fossémos]! Orixá é a força que vem de dentro. Nosso corpo é o templo do sagrado!"  [Janaína Teodoro]

Orixá, ou Nkise, ou Vodun, é força mis pura que cada um trás em seu ser. É o pouco de África Ancestral que renasce em quem se conecta. É a nossa capacidade de se perceber parte importante do mundo. É a folha em nós, é a água, o vento, o fogo, a poeira, o ar que dá vida, a placenta, o coração que pulsa, a vontade de vencer na vida, a certeza de que morte é viver também. 

Assim, compartilho uma parte da série "Orixás do Candomblé - Retratos da Força Ancestral da Fé Negra", imagens que me foram permitidas ao longo da pesquisa Olhar de um Cipó, numa tentativa de registrar a presença das forças de Orixá, Nkises e Voduns, quando convidados pelos toque dos atabaques e dos cantos sagrados, alinhados à fé de seus filhos e filhas se manifestam e revivem suas histórias, lutas e relações de amor com seus descendentes.



Omolu 

Oxum 

 Oyá 

 Ogum

Oxóssi 

Oxóssi 

 Iroko

 Nanã

 Oxum

 Oyá

Yewa 

 Ogum

Yemanjá 

Xangô


Todas as imagens são de autoria de Roger Cipó © Olhar de um Cipó - Todos os Direitos Reservados / All Copyrights Reserved

4 comentários:

  1. Salve a religiosidade afro-brasileira em toda sua essência em si, nas lentes que traduzem o divino presente em nós.

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  2. Belíssimas imagens, muita sensibilidade!!! Parabéns

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